sexta-feira, 6 de janeiro de 2012


Ela pintou de azul o céu cinzento
Dando consolo ao desalento
Como o sono da madrugada
A inconsciência sublimada
Hoje me lanço sem receio
Na vida que emana do seu seio

Ela foi moldando minha vida
Para encontrar a paz merecida
Tornando trivial o que é trivial
E aquilo que é divinal, divinal
Restabelecendo a fé inabalável
No Grandioso Deus inefável

De sua boca procede a verdade
E a promessa do fim da maldade
Em um mundo feito de união
Composto por uma só nação
Onde as lamurias do pretérito
Não terão em si nenhum mérito

As palavras de Deus nos ensinam
Os caminhos assim Iluminam
Dando força ao espírito cansado
De todas as dores é curado
Na sua senda não há solidão
Na verdade de Deus não há ilusão

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